Há cura para síndrome do pato?

Você já ouviu falar na síndrome do pato?

Os bichos da floresta estavam em polvorosa, pois ultimamente vinham aparecendo, por aquelas bandas, terríveis caçadores, que matavam quem encontrassem pelo caminho. Certo dia, reuniram-se à margem do lago um pássaro, um peixe, um coelho e um pato, que conversavam sobre o que cada um poderia fazer, caso aparecesse algum caçador.

Dizia o pássaro: “Ah, se aparecer algum caçador, eu saio voando como um foguete. Com toda a minha força e habilidade, não tem como ele me acertar, pois ninguém consegue voar mais rápido do que eu.”

O peixe olhou para o pássaro e comentou: “Quanto a mim, se esse tal caçador aparecer, eu mergulho no lago e nado como nunca. Com a minha destreza e velocidade, ninguém nada melhor do que eu.”

O coelho, por sua vez, ponderou: “No meu caso, não tenho nem o que pensar. Corro o mais veloz que puder. Com toda a minha elasticidade e leveza, vocês acham que alguém me alcançaria?”

O pato, demonstrando um certo ar de superioridade, deu um passo à frente e declarou: “Coitados de vocês, companheiros! Tão limitados! Se aparecer algum caçador, eu não terei problema algum, pois eu sei fazer tudo isso que vocês dizem que fazem: eu nado, corro e vôo. No momento certo, utilizo qualquer uma dessas habilidades.”

De repente, surge um caçador e, mais que depressa, o pássaro voou, o coelho saiu em disparada e o peixe entrou no lado e nadou bem fundo. O pato, porém, foi apanhado. Literalmente, “pagou o pato”. Mesmo tendo todas as habilidades dos demais, não tinha desenvolvido nenhuma com excelência.

O pato anda, voa e nada, só que não faz nada de forma excepcional, ou seja, faz tudo sem fazer nada bem. Pocic é o pato do elenco dos Seahawks.

Escolher um center na segunda rodada do draft, logo depois de renovar o contrato do seu center principal, Justin Britt, é um pouco estranho. Sendo assim, Pocic ficou numa névoa, sem posição definida chegando a atuar em todas as posições da linha, com a exceção de LT.

Pocic veio da universidade de LSU, ou seja, tem pedigree principalmente por ele ter feito parte da linha que abriu espaços para Fournette se tornar uma das primeiras escolhas do draft. Teve 27 jogos como center, 9 como right guard e 1 como right tackle . Ele chegou ao draft como um dos centers mais bem cotados, juntamente com Pat Elflein que foi escolhido pelos Vikings.

Após o time acumular picks e sobre a batuta de Cable, Pocic foi selecionado tendo como um dos maiores pontos positivos a versatilidade. Então o primeiro passo para Pocic é definir seu estilo de jogo, inclusive sua posição. Não adianta ganhar peso, se especializar em várias posições e técnicas, se um ano ele fará isso para center, outro para guard e outro para tackle. Até porque numa mudança de lado, a memória muscular acusa, quanto mais uma mudança de posição, em que os papéis são bem diferentes. Talvez por isso, ele pareça estar meio perdido em campo.

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Conheça Poona Ford, um dos rookies mais subestimados dessa classe

Você confiaria num defensive tackle que tem o mesmo tamanho que Russell Wilson? Vendo desse prisma, provavelmente diria não. Entretanto Poona Ford veio para mostrar que esses padrões de tamanho da NFL estão totalmente equivocados, assim como Doug Baldwin, Julian Edelman e Chris Harris Jr que também provaram isso.

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Vamos do início:

Poona Ford jogou em Texas, onde registrou 133 tackles, 20.5 tackles para perda de jardas, 4 sacks, forçou 3 fumbles, recuperou 2 e ainda desviou 2 passes. Texas tinha ótimos nomes ano passado, tais como: o safety DeShon Elliott, o cornerback Holton Hill, o linebacker Malik Jefferson, o punter Michael Dickson e o guard/tackle Connor Williams. Diferente dos seus companheiros, Ford não recebeu o convite para o combine, mesmo tendo sido um dos melhores jogadores do East-West Shrine Game e do Senior Bowl, alinhando e ganhando de prospectos vistos como de topo, como o guard Will Hernandez. Continue lendo “Conheça Poona Ford, um dos rookies mais subestimados dessa classe”

Mais um case de sucesso: A conversão SS>CB de Tre Flowers

Nesse post iremos analisar o ano de Flowers, assim como trouxemos o ano de Brown anteriormente. Ele foi um dos jogadores mais regulares da equipe em geral, e talvez a escolha que mais rendeu na equipe nesse último draft (mais a frente analisaremos a classe por completa). Tre Flowers nada mais é do que mais um caso de sucesso de Carroll/Schneider. Sou suspeito para falar porque sou um grande entusiasta desses projetos de conversão, por isso torci muito por ele esse ano numa temporada que teve saldo positivo para o CB.

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Tudo que você precisa saber para o começo da offseason

A offseason vai chegando, para nós pelo menos :'(,e vão aparecendo alguns termos que podem gerar dúvidas. RFA? UFA? ERFA? Não precisa se assustar com os termos, iremos explicar tudo aqui nesse post, bem como mostrar quais dos nossos jogadores estão em cada uma dessas situações.

Unrestricted Free Agents (UFA)

Estes são os mais comuns e mais simples. Para ser um free agent irrestrito, é necessário ter pelo menos 4 temporadas acumuladas. Uma temporada acumulada é uma temporada em que o jogador esteve no elenco por pelo menos 6 jogos da temporada regular. O tempo em time de treino não conta!

Esse tipo de free agent pode acertar com qualquer time, sem restrição. Dependendo do acerto (termos de valor $$) do UFA, ele pode gerar uma escolha compensatória ao seu antigo time, ajudando os times que perderam mais jogadores “valiosos” do que ganharam.

Vamos abaixo lista dos jogadores de Seattle que estão nessa situação, fazendo uma pequena análise: Continue lendo “Tudo que você precisa saber para o começo da offseason”

A fantástica temporada de Duane Brown

Quando Seattle decidiu parar de buscar opções baratas para LT, como: Fant, Odhiambo e Sowell e adquiriu numa troca o Pro Bowler Duane Brown, no meio de 2017, houve uma mudança em vários aspectos do time. Muitas pessoas exaltaram a capacidade de Brown de liderança para guiar uma linha ofensiva jovem, e podendo influenciar também todo o time com sua experiência. Ele terminou o ano no elenco do Pro Bowl e já deu várias entrevistas demonstrando o quanto feliz ele está em Seattle e que estaria jogando o “melhor futebol da carreira”.

VEJA TAMBÉM: Habemus linha ofensiva, o que mudou em Seattle? Continue lendo “A fantástica temporada de Duane Brown”

Analisando o elenco – Linha Ofensiva – Tackles

Continuando a série de análise dos setores do roster, hoje seguiremos com a linha ofensiva, que já falamos um pouco aqui e agora falaremos de forma mais aprofundada. Se você perdeu os primeiros posts é só dar uma conferida aqui e aqui.

Dias atrás falamos sobre o interior da OL, agora vamos aos tackles!
VEJA MAIS: Analisando o elenco – Linha ofensiva – Interior da OL

Duane Brown, LT (6′ 4” – 314 lbs)

O jogador com mais “nome” dessa linha ofensiva. Jogou na universidade de Virginia Tech, foi draftado na primeira rodada em 2008 pelos Texans, onde jogou até 2017. Em Houston foi Pro Bowl em 2012,2013 e 2014 sendo All Pro em 2012 no primeiro time e em 2011 All Pro no segundo time. Em 2017 após um holdout se transferiu para os Seahawks onde também foi para o Pro Bowl. Continue lendo “Analisando o elenco – Linha Ofensiva – Tackles”

Analisando o elenco – Linha ofensiva – Interior da OL

usa_today_11119410.0Continuando a série de análise dos setores do roster, hoje seguiremos com o interior linha ofensiva, que já falamos da OL, especificamente dos tackles e agora para finalizar a unidade teremos os outros jogadores.

Justin Britt, C (6′ 6”- 315 lbs)

Jogador de Missouri, foi escolha de segunda rodada em 2014, jogou de RT e LG tendo péssimas temporadas, até que foi movido para center e realmente se achou, vem sendo um dos melhores da posição desde então, e até mereceria uma chegada a Pro Bowl, mas é muito subestimado.

Tem um ótimo trabalho no uso das mãos para segurar os adversários, e tem vários jogos no currículos sem permitir uma ÚNICA pressão. Em duelos contra nose tackles também faz um ótimo trabalho com sua técnica, força e agilidade. Em 2017 assinou uma extensão de 3 anos no valor de 27 milhões.
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