Muito mais que um prêmio!

Na noite que antecede o Super Bowl, a NFL entrega as premiações da temporada e consagra os melhores atletas por posições. Mas entre as premiações está o “Game Change Award”, onde se reconhece quem contribuiu positivamente para o esporte e para a comunidade.

Shaquem Griffin, nosso linebacker, recebeu essa premiação na noite do dia 02 de fevereiro. E é muito merecido!

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Verdades inconvenientes que ninguém quer ler sobre o fim da temporada

Com a eliminação a caça às bruxas começa, e a mistura da raiva e frustração acabam trazendo julgamentos incorretos. Então aqui vão algumas verdades que ninguém quer ler…

Estabelecer o jogo corrido nunca foi o problema

Muita gente acha que investir no jogo corrido é um pensamento atrasado. Apesar da NFL estar evoluindo e o jogo corrido estar ficando um pouco mais de lado, voltar a estabelecer o jogo corrido foi importante e fundamental para nós esse ano. Saímos de um ano péssimo em que tudo ficou nas costas de Wilson, para ser o time número um no jogo corrido. O que essa mudança ocasionou? Diminuímos a quantidade de sacks em Wilson em relação ao ano passado (mantendo ele mais longe da morte eminente), e essa abordagem encaixou bem com os jogadores que tínhamos a disposição. Fluker e Sweezy vieram da free agency e tinham como principal força o jogo corrido, além disso, Ifedi foi um jogador que apareceu muito mais esse ano, quando sua capacidade física foi mais utilizada em detrimento do seu processamento de jogo, e dessa forma saiu de um jogador que só tinha partidas ruins para um jogador que teve seus bons momentos esse ano. Continue lendo “Verdades inconvenientes que ninguém quer ler sobre o fim da temporada”

Conheça o estádio mais barulhento mundo! Hello, CenturyLink Field!

Imagine que você está tranquilo trabalhando numa empresa que mapeia os abalos sísmicos de determinada região, quando o sismógrafo detecta ondas sísmicas oriundas de um.. estádio da NFL! Isso mesmo! Já aconteceu duas vezes com o Century Link Field, a primeira em 2011 após um touchdown de Lynch contra o New Orleans Saints e a segunda vez em um jogo de playoffs contra o mesmo New Orleans em 2013 em outro touchdown do beast mode.

Na primeira vez em 2011, o diretor da Rede Sísmica do Pacífico Noroeste, instituto localizado em Seattle, falou que sentiríamos facilmente o tremor fora do estádio e que alcançou a escala Richter 1 ou 2. Entretanto, apesar de ter alcançado essa escala, o tremor foi muito localizado e não chegou a grandes distâncias. Ele ainda continuou: “Houve claramente um tremor moderado durante 30 segundos. Provavelmente esta não foi a primeira vez que isso aconteceu, mas foi a primeira vez que nós registramos.”

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Teremos uma linha ofensiva de respeito novamente? Parte 2 (2003-2005)

Pode ser difícil de acreditar(recentemente tá até mais fácil não é?!), mas Seattle já teve uma boa linha ofensiva, na verdade mais de uma, caso não tenha visto o primeiro post clique aqui. Para quem acompanha há um pouco mais de tempo vai lembrar da MELHOR linha da história do time, que disputou o Super Bowl em 2005:

Left Tackle, Walter Jones

Um talento difícil de se ver novamente. Um dos melhores que já jogou na posição (me permito até ser clubista nesse caso, para dizer que foi o melhor!) . Foi a sexta escolha geral do draft  de 1997 e jogou até 2009. Entre os seus feitos estão: 9x Pro Bowl, 4x All Pro First Team, 2x All Pro Second Team (dessas seis, cinco foram seguidas), esteve no primeiro Super Bowl do time, Hall da Fama em 2014 e teve a camisa 71 aposentada, UFA!. Não importava por onde os adversários tentavam, por dentro, por fora, Jones sempre estava um passo a frente, e quando não estava, tinha uma recuperação muito boa. Além de ser muito bom na proteção ao passe, também fazia estragos no jogo corrido;

Veja nesse vídeo por quantas jardas ele empurra o adversário:

Você percebe que o jogador é diferenciado, quando você pesquisa seu nome e encontra o Power Ranger preto 😛

Left Guard, Steve Hutchinson

Foi a décima sétima escolha geral do draft de 2001, jogou até 2005 nos Seahawks onde foi 3x Pro Bowl (2003 -2005) e 2x All-pro (2003 -2005), na carreira toda foi 7× Pro Bowl (2003–2009), 5× First-team All-Pro (2003, 2005, 2007–2009) e 2× Second-team All-Pro (2004, 2006). Teve uma saída conturbada para os Vikings, devido a um cláusula no seu contrato, mas no tempo que esteve no time, fez um ótimo trabalho.

Era uma fera no jogo corrido, não deixava ninguém escapar dos seus bloqueios, se colocassem sua avó de linebacker, ele iria empurrá-la até a endzone adversária sem problemas. Tinha algumas falhas na proteção ao passe, mas sua agressividade fazia os adversários pensarem duas vezes, antes de trombar com ele.

Center, Robbie Tobeck

Os astros da linha sem dúvidas eram Jones e Hutch, maaas sempre existe os que fazem o trabalho nos bastidores. Foi Pro Bowl (2005), e tinha capacidade de leitura da jogada e técnica nos bloqueios, fora de série. Fazia uma grande dupla com Gray principalmente na proteção ao passe.

Right Guard, Chris Gray

Escolhido na quinta rodada de 93 pelos Dolphins, chegou em Seattle no ano de 98, jogou como center, até ser deslocado para guard dando espaço para Tobeck. Um dos melhores na proteção ao passe que já vi jogar. Tinha um bom primeiro movimento, e quse sempre conseguia afastar seus adversários, e quando não conseguia, tinha Robbie ao seu lado para ajudá-lo. Não era tão forte assim na ajuda ao jogo corrido, mas ajudava bastante com sua velocidade lateral em pulls traps.

Right Tackle, Sean Locklear

Escolhido na terceira rodada de 2004, jogou até 2010 pelos Seahawks. Sean Locklear era agil e veloz. Muito bom na proteção ao passe, impedindo os movimentos dos DE’s. No jogo corrido não era tão bom quanto Chris Terry ou Floyd Womack’s, (que jogaram como RT em 2003 – 2004), não tinha a mesma técnica de finalizar os bloqueios como Jones e Hucth, mas era um jogador bastante equilibrado e parecia sempre estar tranquilo, até no seu ano de novato.

Por fim…

Disciplina era a marca registrada dessa unidade, que jogou junta durante muito tempo. Na temporada de 2005 a unidade abriu os caminhos para tornar Shaun Alexander MVP. com 1880 jardas e 27 TDs. Nesse vídeo podemos ver o quando Alexander produziu correndo com essa linha:

Na proteção ao passe, Hasselback segurava a bola enquanto escutava Faroeste caboclo e não haviam seguradas, nem pressão ao QB. Teve naquele ano 294 passes completados em 449 tentativas, para 3459 jardas, 24 TDs e apenas 9 interceptações.

Go Hawks!

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Teremos uma linha ofensiva de respeito novamente? Parte 1 – (2012)

Talvez para quem começou a torcer por Seattle recentemente, tenha pesadelos quando escute falar de linha ofensiva. Porém o time já teve pelo menos duas ótimas linhas “recentemente”.

A mais recente, disputou o Super Bowl em XLVIII, formada por:

Left Tackle, Russell Okung

Foi a sexta escolha geral do draft de 2010 e foi especulado até que poderia ser a primeira escolha geral. Na sua carreia em Oklahoma State foi 2× First-team All-American (2008, 2009), 2× First-team All-Big 12 (2008, 2009) e recebeu os prêmios Jim Parker Trophy (2009), Big 12 Offensive Lineman of the Year (2009) e Dick Bogert Award (2006). Foi Pro Bowl duas vezes, nas temporadas de 2012, em que foi campeão do Super Bowl XLVIII e na de 2017, deixou um grande vazio na proteção do lado esquerdo de Wilson, até a chegada de Duane Brown. Depois de valorizado com dois Super Bowls disputados, foi para Denver por uma temporada, e hoje está jogando pelos Chargers; Continue lendo “Teremos uma linha ofensiva de respeito novamente? Parte 1 – (2012)”